Nosso método transforma uma necessidade de informação em uma sequência verificável de decisões, campo, controles, tratamento e entrega.
1. Pergunta e universo
Definimos com precisão o que precisa ser conhecido, quem compõe o universo e qual recorte territorial e temporal responde ao objetivo. Parâmetros populacionais devem ter fonte pública identificada e versão preservada.
2. Desenho da pesquisa
Construímos plano amostral, estratos, cotas ou probabilidades de seleção, questionário, rotas, regras de abordagem e plano de análise. As decisões metodológicas são documentadas antes do campo.
3. Preparação do campo
Equipes recebem atribuições, materiais e treinamento compatíveis com o estudo. A pesquisa eleitoral presencial adota coleta domiciliar como padrão institucional, com seleção da pessoa elegível e proteção contra identificação do endereço do entrevistado.
4. Coleta e supervisão
O campo é acompanhado por coordenador e supervisores. Horários, duração, território, cotas e ocorrências compõem os controles de execução. A supervisão verifica a entrevista presencialmente durante o período de coleta quando necessário.
5. Crítica e tratamento
As entrevistas passam por crítica, validação e regras documentadas de inclusão analítica. Composição realizada, pesos, calibração, efeitos do desenho e diferenças em relação ao plano são avaliados antes do fechamento.
6. Resultados e limites
A publicação utiliza apenas resultados consolidados e aprovados. Bases pequenas, estimativas instáveis e cruzamentos com risco de reidentificação recebem advertência ou são suprimidos. Microdados, evidências de auditoria e resultados parciais não são publicados.
O que acompanha uma publicação eleitoral
- período da coleta;
- abrangência e número de entrevistas;
- nível de confiança e margem de erro;
- contratante e instituto responsável;
- registro no PesqEle, quando exigido;
- documentação metodológica correspondente à versão publicada.
